Líder Data Driven: Renato Aristeu

A partir de uma gestão data driven, Renato Aristeu, supervisor de CSC
da Rede Ímpar, obteve informações relevantes para responder com precisão e velocidade as demandas
de 2020

“Foi interessante a resposta positiva que tivemos com Data & Analytics, notamos o envolvimento dos colaboradores de forma a nos dar feedbacks sobre o funcionamento do software Fhinck e se envolverem de forma positiva na mudança. Eles se sentiam desafiados a darem o seu melhor e obterem bons resultados mensais”

Renato contou para Fhinck quais são as rotinas criadas a partir de Data & Analytics e como trabalha com a ciência de dados no dia a dia.

People Analytics

  • Construção de ferramenta de feedback: análise de perfil da jornada dos colaboradores e alinhamento de expectativas.

“Aqui na Ímpar temos avanços de comportamento ágeis, e os dados que nos dão essa rapidez. Geralmente conseguimos avaliar mudanças através do software logo no dia seguinte dos feedbacks, e ainda, entender o quanto foram assertivos.”

Cruzamento de dados de atividade digital com folha de ponto

  • Mapeamento de oportunidades de períodos com redução de demandas.

De acordo com Renato, o estudo comportamental do time faz parte da sua rotina semanal e é um grande aliado para segurança nas decisões. A partir da divisão dos quatro pilares que o software Fhinck faz na distribuição do tempo na jornada de trabalho dos funcionários, Renato e a sua equipe desenvolveram um gráfico que mostra no dia a dia a análise de atividade digital relacionada com os períodos mais difíceis na Ímpar.

 “Sabemos que no começo e final do mês é fechamento, e a partir dos dados do Fhinck, consigo identificar um padrão de 62% chegando a picos de quase 70% de atividade digital. Passando a primeira semana, começa a cair e é nesse momento que encontramos uma oportunidade de dar folgas e diminuir horas extras.”

O supervisor de CSC explica que com esses gráficos e através de dados, consegue respaldo para mostrar aos gestores que é possível dar folgas sem comprometer a operação.

“Por esse motivo, não encaramos a diminuição da atividade digital como fator de não produtividade e sim como oportunidade perdida de tratar melhor as horas extras” explica Renato.

Gestão e Cultura

Com transparência e integração, Renato conta como o CSC da Ímpar construiu uma dinâmica de colaboração através da apresentação de dados do software Fhinck: todo mês, nas reuniões mensais de resultados, separou um capítulo para mostrar os números e indicadores do software Fhinck.

RPA e Otimização

“Exploramos também a parte de automações, mostrando para todos as diferentes formas de otimizar as atividades. As reuniões começaram a ganhar um corpo colaborativo muito forte. Além de apresentar os pilares de produtividade, revelamos que existem espaços para automação.”

Renato conta que em uma dessas reuniões, uma das colaboradoras identificou que a repetição de suas atividades era decorrente de relatórios que precisava transferir para a planilha excel todo mês. O problema foi resolvido de forma simples e ágil, instalando um conversor de PDF.

“São nessas reuniões que surgem oportunidades e consciências. São nesses momentos que o colaborador percebe os dados como grande aliado.”

Próximos Passos

De acordo com Renato, as próximas metas na gestão data driven é o Process Analytics, evoluir no dashboard e realizar treinamentos de gestores operacionais para navegarem na feature timeline e estudarem os padrões de processos realizados pela equipe.

“Quero me dedicar cada vez mais às novas ferramentas do Fhinck e cavar novas oportunidades. As informações já estão lá. O próximo passo com Data Science, é chegar até o mapeamento e otimização de processos.”

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