Líder Data Driven: Marcelo Pardi

Marcelo Pardi é o Diretor do Centro de Serviços Compartilhados da Cogna Educação, Conselheiro da ABSC e um Líder Data Driven nato. Ele se formou em tecnologia, e a inovação está praticamente no seu DNA, marcando toda a sua carreira.

DATA SCIENCE NO CSC

A aplicação da ciência de dados dentro do CSC começou em 2018, quando a Cogna fez a aquisição de uma nova empresa, que também tinha Centro de Serviços Compartilhados e então precisou passar por uma integração a distância. Nesse momento, a veia de inovação de Marcelo já apontou data science para entender as atividades realizadas por um time gigantesco que estava inserido em outros formatos e modelos de trabalho e inclusive, já tinha cultura de trabalho remoto. Sendo assim, o objetivo era entender a equipe e fazer com que os resultados continuassem a acontecer.

SEGUNDA FASE

Depois do sucesso da integração, o Líder Data Driven partiu para uma segunda fase: Data&Analytics para performance de processos e de pessoas. E foi nesse período que criaram uma metodologia presente até o momento no CSC da Cogna:  os cruzamentos de dados com a performance de entrega, qualidade de serviço de cada célula (equipes) e volumetria dentro do Centro de Serviços.

“Começamos no início de 2019 e estamos nesse ritmo até hoje. Vamos de área em área, célula em célula, para fazer análise de pessoas e elevar performance. Nosso foco é entender onde conseguimos ajudar os nossos profissionais”

NA PRÁTICA

De acordo com Marcelo, a metodologia é dividida da seguinte forma:

1)  Para fazer as análises de performance e cruzar com os níveis de entrega, a equipe monta uma visão estratégica dividida em boxes (caixas) para saber quem está dentro da média de performance, quem está abaixo e quem está acima.

2) A área de performance do CSC se reúne com o gestor do time e apresenta a situação para que ele possa contextualizar as análises para os acontecimentos e particularidades do dia a dia.

3)  Reunião com os coordenadores para analisar situações pessoais que possam interferir, e então montar o plano de ação para cada integrante do time. Verifica-se onde é necessário realizar treinamentos, quais são os tipos, em quais casos será preciso realizar uma análise minuciosa, onde se encaixam feedbacks pessoais e os investimentos que precisam fazer em cada profissional, ou mesmo em performance de sistemas e até no nível de telas mais lentas.

“Fazemos um raio X completo para entender todo o cenário. A equipe de performance entra nas células, fica de 30 a 40 dias para que façam todas as análises possíveis, cruzam os dados, pegam um resultado prévio, me mostram e nós calibramos e elegemos pontos de atenção”

A CHEGADA DO HOME OFFICE

“De tanto trabalhar com as análises e ver os resultados, quando a pandemia nos surpreendeu e todos foram para casa, tínhamos dados suficientes para apresentar e assegurar a mesma produtividade no trabalho remoto. Ou seja, mudar de local, não gerou problemas para o nosso CSC.” Marcelo conta que conseguem manter a média de aumento de performance acima de 20% em cada célula analisada.

Com o People Analytics já consolidado, agora estão nas fases de testes do sistema de ponto dentro do Fhinck. “Queremos testar o potencial dessa nova ferramenta”, conta o gestor sobre os próximos passos.

DICA LÍDER DATA DRIVEN

Marcelo terminou a conversa fazendo uma sugestão para quem está entrando no mundo dos dados:

“Estabeleça objetivos. Você precisa estar orientado para saber por onde começar. São muitas informações e muitas possibilidades. É diferente você ter uma planilha com 7 linhas ou 50.000 e um Data Mining que você consegue ter visões diferentes. Faz toda diferença eleger um time para pensar a respeito de 1.000.000 de dados para trazer resultados. E você perceberá que ainda pode conhecer seu time e ajudá-los a serem melhores.”

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